6 motivos para assistir o filme Begin Again

Há pouco tempo escrevi aqui sobre o filme What If e o que ele pode te ensinar. Hoje foi a vez do Mesmo Se Nada Der Certo – ou Begin Again, no título original – e depois de aprovar decidi vir aqui indicar.

Caso eu quisesse resumir a história em poucas linhas, poderia dizer que todos os personagens do filme são perdedores tentando sobreviver nesse mundo confuso. Mas é muito mais que isso, cada história tem algo a ensinar e esses são os cinco motivos pra você também assistir Begin Again:

1. A loucura de amor da Gretta vai te lembrar alguém (ou você mesmo) 

Conhece alguém que largou tudo (família, trabalho, estudos) pra morar com o companheiro? O filme retrata a história de uma jovem cantora que mudou pra Nova York, ela acompanhava o namorado enquanto ele começava a conquistar fãs e se destacar no espaço do Rock. O problema aparece quando o relacionamento acaba e Gretta se encontra sozinha em uma cidade que não é a dela. Eu já passei por algo bem parecido e o que aprendi foi o mesmo que vi no filme: Você deve pensar primeiramente em você, nos seus sonhos e nos seus projetos de vida. Não é nada promissor “morar na sombra de outra pessoa”.

2. Já teve dias ruins no trabalho? Dan (Mark Ruffalo) vai provar que não é só com você!

Um produtor musical famoso que faliu, foi traído, se divorciou e acabou se distanciando da filha. A história de Dan mostra que existem coisas que fazem com que a inspiração esteja sempre presente, e que devemos sempre estar por perto do que nos faz bem. A mudança que Gretta causou na sua vida também prova que algumas pessoas exercem um bem enorme sobre nós.

3. A lição que Violet passa para as meninas que fazem de tudo pra tentar agradar os outros

Não vai adiantar usar short curto e barriga de fora só pra chamar a atenção de quem você quer que se importe com você. Em uma cena do filme, Violet (filha do Dan) diz que escolhe suas roupas porque acham que elas são sexys e isso vai fazer com que o menino que ela goste note que ela está ali. Quem sou eu pra falar do tamanho da saia de alguém? O que o filme passa é que você pode usar as roupas que quiser, desde que sempre lembre-se de ser você mesma.

4. Dinheiro não é tudo que importa e NÃO trás felicidade

Em vários momentos é mostrado que nem mesmo o trabalho, que normalmente é voltado ao lucro, se resume a quanto você vai receber por ele. Trata-se de amar o que faz, ter gosto por isso, se divertir, fazer o bem aos outros e espalhar sorrisos por ai. O  retorno é bem mais gratificante!

5. O filme não transforma os personagens em vencedores

Ninguém se torna herói ou fica famoso, ninguém se transforma. Cada um encontra satisfação na vida que já tem, aprende a viver com seus problemas e enxerga o lado bom das coisas que acontecem ao seu redor. Além disso, o filme mostra que existe sim o perdão e que cabe a você fazer as escolhas que mudarão sua vida.

Depois de postar essa lista recebi alguns comentários que me fizeram perceber: Foquei bastante nas lições que o filme passa e esqueci de acrescentar algumas coisas que podem fazer com que você se interesse. Por isso, editei e acrescentei algumas coisas.

6. A trilha sonora é incrível e Adam Levine aparece por lá
A Beatriz Cavalcante (dona do blog Prateleira Colorida) me lembrou de citar a participação do músico norte-americano e todas as músicas perfeitas que completam cada acontecimento do filme. Eu não faço ideia de como esqueci de falar sobre isso com vocês, afinal, o filme não seria o mesmo com tanta letra e melodia incrível. Você pode ouvir clicando aqui.

Eu poderia citar vários outros motivos, mas to com medo de pecar no spoiler. Enfim, eu gostei muito do filme e acho que vale a pena assistir! Caso alguém já tenha visto ou veja depois de ler esse post, conta nos comentários. Quero saber a opinião de cada um de vocês.

Lorenna Guerra
Lorenna Guerra

Eu sou uma criadora de conteúdo apaixonada por comunicação, criatividade e tudo que envolve transformar ideias em algo que conecta e gera resultado. Acredito no poder das histórias, da autenticidade e da liberdade.

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